Leandro WaldvogelStory-IntelligencePalestras e encontros
Ideias que reorganizam a conversa — e continuam trabalhando depois do palco.
Leandro Waldvogel conduz palestras e encontros para organizações que precisam pensar melhor uma mudança, uma decisão ou um conflito. Tecnologia, narrativa, cultura e liderança entram na mesma conversa porque, no mundo real, já não chegam separadas.

O que uma palestra pode abrir
Mudar a qualidade da atenção de uma sala.
Uma boa palestra não precisa despejar respostas. Precisa criar condições para que uma conversa importante continue no trabalho, nas escolhas e nos conflitos reais da organização.
Mais critério
Para que a inteligência artificial deixe de ser medo abstrato ou entusiasmo automático e passe a integrar decisões responsáveis.
Mais linguagem
Para que lideranças e equipes consigam nomear melhor o momento que estão atravessando.
Melhores perguntas
Para que a conversa não termine no aplauso e possa continuar onde as decisões realmente acontecem.
Três palestras-âncora
Temas que ganham forma no encontro.
Os temas abaixo funcionam como pontos de partida. Cada um conserva uma espinha dorsal própria e ganha forma a partir do contexto do evento, do público na sala e da conversa que a organização deseja abrir.
A vantagem humana Como pensar com a inteligência artificial sem terceirizar o julgamento.
A IA multiplicou respostas, hipóteses e possibilidades. Isso não tornou a decisão automática. Esta palestra investiga o que continua sendo exigido de líderes e equipes quando produzir uma resposta ficou fácil, mas assumir suas consequências continua difícil.
O público leva uma linguagem mais clara para distinguir hipótese, conclusão e decisão; critérios para colaborar com sistemas de IA sem entregar a eles o próprio julgamento; e perguntas práticas para reconhecer onde a automação ajuda e onde a responsabilidade não pode ser delegada.
Especialmente aderente a encontros de liderança, inovação, educação corporativa e transformação tecnológica.
O dever da curiosidade Perguntas melhores para decisões em tempos de respostas prontas.
Quando informação e respostas se tornam abundantes, a curiosidade deixa de ser um traço de personalidade e passa a ser disciplina de trabalho. Esta palestra mostra como perguntas melhores ampliam a inteligência coletiva, revelam premissas escondidas e ajudam equipes a escapar da cultura do “eu já sei”.
O público leva critérios para separar curiosidade de dispersão, formas de questionar sem paralisar a decisão e uma compreensão prática de como a dúvida bem formulada pode melhorar inovação, aprendizagem e liderança.
Uma boa entrada para fóruns de liderança, estratégia, educação, inovação, produto e cultura organizacional.
A arquitetura da experiência O que a Disney ensina sobre cultura, detalhe e memória.
Encantamento não é uma camada decorativa do atendimento. Ele nasce da cultura, dos processos, da atenção aos detalhes e da coerência entre aquilo que a organização promete e aquilo que as pessoas vivem. A partir da experiência de Leandro na Walt Disney Company, esta palestra traduz bastidores de excelência em perguntas aplicáveis a organizações reais.
O público leva um olhar mais preciso sobre experiência, vínculo e memória; uma leitura da cultura como infraestrutura do atendimento; e critérios para reconhecer onde a eficiência deixou de ser suficiente.
Funciona bem em hospitalidade, saúde, educação, varejo, serviços, experiência do cliente e encontros de marca e cultura.
Formatos
Densidade ajustada ao tipo de encontro.
Keynote
Para abrir perspectiva em convenções, conferências e grandes encontros.
Conversa provocada
Para aproximar repertório e contexto em firesides, entrevistas públicas e encontros mais dialógicos.
Aula magna
Para instituições de ensino e fóruns que buscam densidade sem jargão.
Workshop executivo
Para grupos menores que precisam transformar a palestra em linguagem comum, critérios ou primeiras decisões de continuidade.
Uma trajetória que cruza mundos diferentes
Repertórios que normalmente chegam separados.
Leandro Waldvogel reúne experiências no Itamaraty, na Walt Disney Company, no ensino executivo e na consultoria. Essa combinação permite falar de tecnologia, linguagem, cultura, experiência e decisão sem tratá-las como disciplinas isoladas — e adaptar a mesma densidade a públicos diferentes, sem subestimar a inteligência de quem está na sala.
O que já disseram
Depois da conversa.
“Excelente integração entre realidade e mundo corporativo. Encantador e muito envolvente!”
“Sensacional! Trouxe informações novas e muito relevantes!”
“Uma troca muito importante de experiência e conhecimento, principalmente uma aula de engajamento e produção de sentido para os seres humanos!”
Conversa inicial
Começar pode exigir poucas linhas.
Para perceber qual tema e qual formato fazem sentido, basta indicar:
- data ou janela aproximada;
- cidade ou formato remoto;
- perfil e tamanho do público;
- questão que o encontro precisa ajudar a abrir.