Leandro WaldvogelStory-IntelligenceEnsaios.
Quatro tempos para percorrer o arquivo por afinidade ou contraste.
Todos os ensaios.
Doze textos publicados, do mais recente ao mais antigo.
O futuro já chegou. A pergunta é: onde você está?
Como usar bem o que já funciona sem fingir que os limites desapareceram.
Ler ensaioQuando a inteligência é artificial, mas o gosto ainda é humano
O gosto como julgamento situado, responsabilidade e escolha diante da automação.
Ler ensaioA diplomacia das caixas-pretas
Transparência em IA como compromisso verificável, não como promessa abstrata.
Ler ensaioA arte perdida da dúvida inteligente
Um Sócrates digital contra o automatismo das próprias certezas.
Ler ensaioO hype e o sussurro
A IA pode estar sendo superestimada como produto e subestimada como infraestrutura.
Ler ensaioNietzsche e a inteligência artificial
O espelho digital do ressentimento — inclusive quando ele veste camiseta de startup.
Ler ensaioO algoritmo e a alma: quando o Vaticano nos convoca a repensar a inteligência artificial
O Vaticano, a inteligência artificial e aquilo que não devemos delegar às máquinas.
Ler ensaioAs humanidades na encruzilhada da inteligência artificial: réquiem ou renascimento?
Se a máquina escreve o ensaio, o que merece sobreviver nas humanidades?
Ler ensaioMais humano do que nunca: por que a era da IA exige mais experiência e menos especialização
Experiência e boas perguntas ganham valor quando a execução acelera.
Ler ensaioA nova coautoria
IA, criatividade e responsabilidade naquilo que não pode ser delegado.
Ler ensaioDa tábula rasa à nuvem de dados
Locke, dados e a origem das ideias de uma inteligência artificial.
Ler ensaioO camundongo e o espelho
O que o Disney World deixa ver sobre memória, futuro, narrativa e natureza.
Ler ensaio