Ensaios.

Quatro tempos para percorrer o arquivo por afinidade ou contraste.

Todos os ensaios.

Doze textos publicados, do mais recente ao mais antigo.

O futuro já chegou. A pergunta é: onde você está?

Como usar bem o que já funciona sem fingir que os limites desapareceram.

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Quando a inteligência é artificial, mas o gosto ainda é humano

O gosto como julgamento situado, responsabilidade e escolha diante da automação.

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A diplomacia das caixas-pretas

Transparência em IA como compromisso verificável, não como promessa abstrata.

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A arte perdida da dúvida inteligente

Um Sócrates digital contra o automatismo das próprias certezas.

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O hype e o sussurro

A IA pode estar sendo superestimada como produto e subestimada como infraestrutura.

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Nietzsche e a inteligência artificial

O espelho digital do ressentimento — inclusive quando ele veste camiseta de startup.

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O algoritmo e a alma: quando o Vaticano nos convoca a repensar a inteligência artificial

O Vaticano, a inteligência artificial e aquilo que não devemos delegar às máquinas.

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As humanidades na encruzilhada da inteligência artificial: réquiem ou renascimento?

Se a máquina escreve o ensaio, o que merece sobreviver nas humanidades?

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Mais humano do que nunca: por que a era da IA exige mais experiência e menos especialização

Experiência e boas perguntas ganham valor quando a execução acelera.

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A nova coautoria

IA, criatividade e responsabilidade naquilo que não pode ser delegado.

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Da tábula rasa à nuvem de dados

Locke, dados e a origem das ideias de uma inteligência artificial.

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O camundongo e o espelho

O que o Disney World deixa ver sobre memória, futuro, narrativa e natureza.

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